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Na capital do justo e equilibrado
Entre os seus distúrbios e regras
Foi o meu olhar pretendente
Foram os meus horizontes profundos
Foi o meu coração abstinente
E múltipla impulsão da minha carne
Senti-me onda e balanço
Entre a humanidade nebulosa
Onde o meu átomo rastejou
Fui de mim o próprio falhanço
Vi um milhão de movimentos, mas apenas uma lei
Vivi na cidade os meus olhos
Um fermento turbulento, intensamente feira
E nessa cidade de vida aos molhos
Foi esse fogo que ateei
Que marcou a minha fronteira

Foto: João Carvalho (Castelo de Vide, 2011)

Texto: Raul Cordeiro

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Posted 12 de Maio de 2011 by João Carvalho in Foto, Pensamentos

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